terça-feira, outubro 16, 2007
A Seleção de Dunga e as Eliminatórias
Eu estava esperando o jogo contra o Equador para fazer qualquer comentário sobre a Seleção Brasileira, mas resolvi antecipar o comentário devido a quantidade de absurdos que escuto dos comentaristas de Rio e São Paulo. Eles criticaram muito a seleção porque empatou com a Colômbia no jogo inicial, na altitude de Bogotá, com um gramado sem quaisquer condições da prática do futebol. Eliminatórias não é que nem uma Copa América. São jogos isolados em que o país sede se dedica ao máximo para fazer uma grande partida em frente a sua torcida. A Colômbia jogou com disposição para ganhar a partida, o que era de se esperar. O time brasileiro sofreu com uma marcação forte, com um campo escorregadio, com a bola murcha e com a altitude. Na partida desta quarta-feira, independentemente da escalação, o Brasil jogou com mais disposição, mais à vontade, mostrando um futebol que o público esperava ver. Nem comento a escalação, pois o time do Dunga ainda está longe daquele que vai começar a Copa de 2010. Tem muita gente que não foi convocada e tem jogadores que não estão jogando, caso do Ronaldo e do Pato. Lucas não foi convocado, Josué não deveria estar no time. Acho que nem o Mineiro. Não gosto do Gilberto Silva, quero o Eduardo Costa com a 5. Por que o Cicinho não jogou nenhuma vez com Dunga? Por que o Rogério Ceni não tem vez? Até acho que ele deveria nem ser chamado mesmo, para não gerar falsas expectativas. E devemos moldar um goleiro jovem, como o Cássio ou o Felipe do Corinthians. Não dá para continuar escalando o Doni, ele não é jogador de seleção. A vitória por 5 a 0 sobre o Peru não mostrou todo o potencial da seleção, já que a maioria dos gols aconteceu no segundo tempo. A seleção não teve um padrão de jogo durante os noventa minutos, alternou bons momentos com outros tão comuns.
Marcadores: Brasil, Lucas, Robinho, Ronaldinho, seleção
terça-feira, outubro 09, 2007
Temporada concorrida
A Fórmula 1 está chegando no final da temporada de maneira emocionante. Há anos não havia uma disputa pelo título tão aguerrida, com três pilotos chegando com chances de se tornar o campeão na última corrida da temporada. E o Massa só não tem chances por culpa da Ferrari, que depois de vários temporadas sem errar, resolveu falhar demais durante o ano. Estou torcendo pelo Kimi Raikkonen desde de março, quando começaram as corridas. Mas sei que suas chances são menores que a do inglês Hamilton e que a do espanhol Alonso. E entre as duas McLarens, torço pelo asturiano, que tem mais bala na agulha que o britânico. Por sinal, faz tempo que não secava alguém de maneira tão fervorosa como sequei o Hamilton nesse último domingo. Eu vibrava em cima da minha cama em plena madrugada quando vi a Flecha de Prata parar nas britas, à porta dos boxes. As duas últimas corridas, por sinal, a do Japão e a da China, foram fantásticas pela alternância na liderança, pelas batidas e pelas ultrapassagens. Junto com a prova do Canadá, que também choveu, foram as melhores provas da temporada. Parece que o que falta à F1 é a adição de água. É que os carros estão tão preparados para funcionar aerodinamicamente que não tem como o que tá atrás arranjar arrasto para fazer a ultrapassagem. Não é problema de velocidade ou de falta de potência aos motores, ou de aderência dos pneus, é que o carro que abre para ultrapassar não tem como ganhar aquela potência extra do vácuo. Quem sabe a FIA não coloca um turbo só para usar na reta? Bom, ainda assim gosto muito do esporte e espero uma grande corrida no Brasil. Deixo abaixo o momento de desespero do Hamilton. Lindo de se ver.
segunda-feira, outubro 01, 2007
Guerra civil
Desde que me casei deixei de comprar revistas em quadrinhos. Eu já tive mais de mil revistas em casa e tive que tocar fora porque não tinha mais espaço para acomodá-las. Com o advento da internet, a gente consegue ler e baixar as revistas inteiras traduzidas por fãs, com isso, as revistas estão mais atualizadas que àquelas das bancas. Neste último mês descobri o blog Tudofree, de onde baixei a Civil War, da Marvel. Nessa história, os heróis são obrigados a resgistrarem seus poderes como se fosse porte de arma, tornando pública suas identidades. Quem não aceita isso vira inimigo do Estado. E quem aceita, polícia de super-herói. Do lado da lei está Homem de Ferro. Do outro lado, Capitão América. Só assim eles conseguiram colocar o Bandeiroso contra o governo dos EUA pela primeira vez na vida (e última). A história é mais uma tentativa de aumentar as vendas das revistas nos Estados Unidos, buscando a liderança do mercado, arduamente dividido entre Marvel e DC Comics. Eu ainda não li todas e nem li o evento anterior, quando os mutantes tiveram seu mundo alterado. Mesmo assim, acho que vale a pena dar uma lida nas histórias. Até porque mais filmes vêm de Hollywood e eles devem estar atualizados com os eventos dos quadrinhos.
Marcadores: Civil War, DC Comics, HQ, Marvel, quadrinhos
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